
Em 2015, voltei a igreja e a tocar no ministério de louvor. Já havia tocado bateria e baixo na igreja, mas dessa vez estavam precisando de um guitarrista. Então, comprei uma guitarra e comecei a realmente estudar e investir em pedais. Passei a escrever algumas músicas, uma delas, Teu Amor, escrevi durante um acampamento como um reggae, só pra ter algo pra apresentar no concurso de talentos em conjunto com duas pessoas que havia conhecido lá. Um ano depois, resolvi lançar o meu primeiro CD acústico em português, Mas Que Graça.

Empolgado com a aceitação da minha igreja, gastei o meu 13° (3 mil reais, na época) e algumas semanas entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017 gravando o meu primeiro EP, Eu Vi. Eram pra ser 8 faixas, porém ficou tão ruim, fiquei tão decepcionado com a mix, que entrei em depressão e fiquei sem fazer nada com ele por um mês. Quando finalmente consegui me recompor emocionalmente, resolvi encarar aprender a mixar. Já havia tido experiência em uma fase de DJ em fazer música eletrônica, mas mexer com bateria acústica já e mixar Rock era novidade total pra mim. Todavia, encarei horas de tutoriais no YouTube, prática e crítica dos meus amigos até chegar em um resultado aceitável. Imprimi 300 CDs e fiz muitos corres, até em São Paulo, pra vender mais de 200 e doar o resto pra quem queria mas não tinha dinheiro pra comprar.

Logo em seguida, comecei a minha jornada pra montar uma banda. Entrou e saiu muita gente, mas só em 2018 que a banda começou a ficar mais conhecida na cena de Rock Cristã local e ter moral pra atrair gente mais séria, compromissada. Até fizemos uma turnê com a Athos 2 em 2018 e 2019.




Entrou e saiu gente até 2019, quando finalmente consegui fechar um power trio bacana. Aí a pandemia bateu e as coisas começaram a ficar mais difíceis, como todos já sabem. Então, foquei na União Rock Cristão (um tópico pra outro post) e em conhecer outras bandas da cena nacional. Conheci gente maravilhosa e entrei para o coletivo da LAB (também fica pra outro post).













Em 2020, fizemos poucos shows por conta da pandemia. o batera se mudou de Brasília e a banda nunca mais foi a mesma. Em 2021, tocamos no último grande evento, no último show da URC. Alguns meses depois, logo no início da gravação da Identidade em Cristo, o baixista saiu. Mas, a vida segue, e seguimos aprendendo muita coisa sobre produção!




E hoje, estamos aí. Sem formação fechada, regravando Identidade em Cristo como o primeiro álbum como “Anávo” e esperançosos para o futuro da banda. Estamos trabalhando muito para que o nosso primeiro álbum seja de alta qualidade; no mínimo, é a melhor produção que na qual eu já participei!







E chegamos ao fim dessa série de post, mas não da nossa história! Continuarei postando todo domingo sobre as minhas experiências e/ou a banda!
Davi FJ
