
Fiz um clip super simples com a Aby, a mesma que fez a arte. Acho que ficou muito bem feito. Não tem muito o que falar.
Espero que curtem!
E ai, deu bom? Devemos gravar outras versões?

Fiz um clip super simples com a Aby, a mesma que fez a arte. Acho que ficou muito bem feito. Não tem muito o que falar.
Espero que curtem!
E ai, deu bom? Devemos gravar outras versões?

Acabei não postando sobre o lançamento no dia mesmo de lançamento porque 2023 foi um ano muito corrido. Trabalhei em 4 escolas diferentes e tinha uma carga de cerca de 60 horas semanais. Foi complicado encaixar sessões de gravação, mixagem e revisão mas, enfim, consegui terminar.
A primeira versão da música foi acústica, gravada em 2016, época em que eu tocava só voz e violão. Em 2017, resolvi começar uma banda de rock, gravei a segunda versão. Nesta versão, teve todos os elementos de rock, batera, baixo, guitarra, um solo de guitarra, back vocals.
Porém, conforme fui tocando, as ideias foram evoluindo, tanto quando eu me apresentava voz e violão quanto com uma banda, o que nos leva para esta versão mais recente. Quis manter elementos das duas versões anteriores e acrescentar as novas ideias, o que resultou em uma mistura progressiva de acústico, voz e violão, rock leve e rock mais pesado. Também, por conta das tendências de hoje em dia, procurei cortar o solo e outras trechos pra ficar menos repetitivo. Quis proporcionar uma experiência completa da história da música de forma compacta e intensa.
Fiquei bastante feliz com o resultado e acredito que esta possa ser a versão definitiva da música. Afinal, preciso avançar os próximos projetos.
Espero que curtem!

Essa música experimental de um minuto eu fiz com um amigo de infância, Abdiel Marquez. Em Harrison, New Jersey, nos conhecemos no ensino fundamental, na Lincoln Elementary School. Na adolescência, formamos uma banda e até chegamos a tocar no Battle of The Bands na oitava série e depois durante o High School. Tivemos momentos e experiências incríveis e fundamentais para o nosso desenvolvimento na música e no rock.
Espero que curtem!

Já tocamos muito em igrejas e sempre procuramos tocar uma música congregacional no nosso estilo como Quero Conhecer Jesus do Alessandro Vilas Boas ou Para Onde Eu Irei? de Morada. Resolvemos, então, gravar a nossa versão de Aviva-Nos / A Terra Clama popularizada por Davi Fernandes.
Espero que curtem!
E ai, deu bom? Devemos gravar outras versões?
Já havia alguns meses sem saber como editar o clip com apenas o Davi e o Allison, visto que a banda hoje é só os dois, sem previsão de chegar novos membros. Resolvemos, então, fazer o melhor com o que já havia disponível e saiu essa obra – uma espécie de lyric video simples mas bem gravado. Espero que curtam!
Galera, desde abril do ano passado, a gente vem trabalhando nesse álbum, e que trampo! Pra quem não sabe, rolou um pequeno atraso de 2 meses devido à minha hospitalização de quando tiver que tirar a vesícula, o que fez gravar os vocais muito mais difícil, pois estava fora de forma total devido aos 23 dias internados e mais 30 dias de repouso sem direito à academia. Mas, com muita luta, suor, lágrimas e sacrifício, finalmente saiu!
Tenho muito o que agradecer, primeiramente, a Deus pela inspiração – Jesus é a peça central nessa obra Em segundo lugar, agradeço a minha esposa, Carol, que sempre esteve ao meu lado, me apoiando, me levando para os eventos e ouvindo as inúmeras versões e alterações das músicas que escrevo ou produções que invento fazer em casa. Agradeço imensamente pela parceria com o Allison. Esse cara tem um coração de ouro e se não fosse por ele, a gente não teria a qualidade das guitarras, os solos de Eu Morri e Nascer de Novo e nem os backs charmosos dele! Agradeço o Ricardo Ponte por seu trabalho incrível, contribuições e profissionalismo que dá orgulho de ser brasileiro! Não posso deixar de agradecer, especialmente, a minha irmã, Thais, que não só sempre me apoiou na minha jornada de banda, mas sempre procurou me trazer de volta para os caminhos de Deus de várias formas – uma delas sendo comprar CDs de bandas de rock cristão e me levar a shows a fim de manter o meu interesse pelo evangelho. Por fim, agradeço a todos os que me apoiam; minha família e meus amigos.
Agora vamos ouvir o álbum inteiro no Spotify, adicionar suas músicas preferidas nas suas playlists, criar novas playlists com músicas do mesmo naipe e compartilhar com quem acha que precisa ouvir. Caso queiram, podem ver as letras, cifras e o que tem por trás das letras também!
Davi FJ

Identidade em Cristo
Quando escrevi (ou re-escrevi) essas músicas, quis fazer algo que realmente edificasse o cristão roqueiro e ao mesmo tempo mostrasse um pouco do evangelho pra quem não conhece. Procurei incluir o máximo que pude de versículos bíblicos, até pra eu mesmo decorar. Acredito que a maioria das bandas de “rock cristão” não têm letras edificantes e bíblicas como poderiam, então quis fazer a diferença.
Sei que o relançamento do álbum ainda não saiu, mas algumas músicas já são bem conhecidas, e quem sabe as outras não ganham mais força após aprenderem mais sobre as letras. No mínimo, este post vale um estudo bíblico, pois há muitos endereços; não coloquei os versículos e nem links para os versículos justamente para botar o leitor para trabalhar. Então aproveita pra tirar a poeira da sua bíblia física ou abre uma nova aba para ver a bíblia online e vamos estudar!
Foi escrita como um lembrete de que preciso viver a vida nova pela qual Cristo morreu. O primeiro verso é Mateus 6:22-23 e Colossenses 3:2. O refrão é Colossenses 3:3. O segundo verso é Romanos 14:22 e Romanos 8:13.
Essa já tem mais poesia do que versículos. O primeiro verso traz a lembrança de quem eu era antes de verdadeiramente conhecer e andar com Jesus Cristo. O refrão é o que eu sinto quando paro pra refletir sobre o que Jesus fez comigo; são sentimentos reais e profundos. O segundo verso traz a mesma ideia do primeiro. Sua estrutura faz um paralelo de outro ponto de vista do refrão da música Sonda-me e Usa-me de Aline Barros, especificamente os trechos “Como um farol que brilha à noite” e “como uma flecha que acerta o alvo” junto com uma referência a Mateus 5:13. E a gente termina com um trecho em que Jesus fala sobre Maria Madalena em Lucas 7:47. E eu me identifico muito com a história dela, ainda mais considerando o mundo de pecados de onde Jesus me tirou.
Originalmente “Eu Vi”, essa ganhou, além de uma mudança pequena no instrumental, um novo primeiro verso baseado nos versículos 1 João 1:7, Efésios 1:13, 2 Pedro 2:9. O segundo verso é basicamente Apocalipse 5:3-5, o que continua no trecho “trovões, vozes, relâmpagos”. O trecho “ele vem” é uma referência óbvia à volta de Cristo. O trecho de “os portões” é de Mateus 16:18. O trecho “eu vou orar até Jesus voltar” é emprestado de um trecho da música Convinced do Jake Hamilton. Aí vem o famoso Pai Nosso pra terminar de Mateus 6:9-10.
Na época em que o nome da banda era Davi FJ, o então baixista trouxe a estrutura, as ideias, e as letras pra gente trabalhar nelas. Foi durante a pandemia, então, junto com o então batera, foi lapidada e escrita pelo Skype com a ajuda do Guitar Pro. As letras são poesia sobre a importância de se ligar em Deus em tempos difíceis.
O instrumental dessa música vem de uma mistura de influência das bandas Taking Back Sunday, Foo Fighters e da cantora Misty Edwards. As letras emprestam a ideia expressa em Drink in Deep do Jake Hamilton e Come as Close as You Want da Misty Edwards. Em suma, é uma ideia de sede pelo Espírito e um convite a intimidade com Deus.
O instrumental é uma reciclagem de uma música antiga da As I Kill, Então Só (que nunca foi gravada), cuja letra é longe de como eu me sinto hoje. Porém, quis revindicá-la. Foi bem difícil, pois já estava acostumado a cantá-la com a letra antiga, tanto que nem consegui escrever letra de fato, então resolvi fazer uma aglomeração de versículos sobre nascer de novo em Cristo; nada mais justo, tendo em vista que essa música estava ‘nascendo de novo’. O primeiro verso é Marcos 8:35, o refrão é 2 Coríntios 5:17, e os breakdowns são João 3:3 e 5 respectivamente.
Essa tava na gaveta por anos antes de eu a polir e gravar. Nunca havia feito letras que eu considerasse bacana, então resolvi pegar um trecho contínuo da bíblia. Bem simples, com apenas o refrão repetindo um trecho, a letra toda é Efésios 4:17-24.
Quando descobri que essa música de Jason Upton não era original, comecei a pesquisar e vi que havia várias versões; e sua origem é na igreja católica por volta de 1960. Fiz algumas alterações, mas mantive o espírito da música, que é baseada em João 13:35.
Estava muito fraco na fé e com a alma ferida quando escrevi essa música. A fiz como um clamor ao Deus pai; naquele momento, precisava muito disso. A música toda é baseada em Romanos 8:15. Fora a poesia, o primeiro verso traz referência a João 14:18. O segundo verso já pega a ideia de Em Teus Braços da Laura Souguellis.
E aí, qual das histórias ou explicações achou mais interessante? Lembrem de deixar um comentário!
Davi FJ

Em 2015, voltei a igreja e a tocar no ministério de louvor. Já havia tocado bateria e baixo na igreja, mas dessa vez estavam precisando de um guitarrista. Então, comprei uma guitarra e comecei a realmente estudar e investir em pedais. Passei a escrever algumas músicas, uma delas, Teu Amor, escrevi durante um acampamento como um reggae, só pra ter algo pra apresentar no concurso de talentos em conjunto com duas pessoas que havia conhecido lá. Um ano depois, resolvi lançar o meu primeiro CD acústico em português, Mas Que Graça.

Empolgado com a aceitação da minha igreja, gastei o meu 13° (3 mil reais, na época) e algumas semanas entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017 gravando o meu primeiro EP, Eu Vi. Eram pra ser 8 faixas, porém ficou tão ruim, fiquei tão decepcionado com a mix, que entrei em depressão e fiquei sem fazer nada com ele por um mês. Quando finalmente consegui me recompor emocionalmente, resolvi encarar aprender a mixar. Já havia tido experiência em uma fase de DJ em fazer música eletrônica, mas mexer com bateria acústica já e mixar Rock era novidade total pra mim. Todavia, encarei horas de tutoriais no YouTube, prática e crítica dos meus amigos até chegar em um resultado aceitável. Imprimi 300 CDs e fiz muitos corres, até em São Paulo, pra vender mais de 200 e doar o resto pra quem queria mas não tinha dinheiro pra comprar.

Logo em seguida, comecei a minha jornada pra montar uma banda. Entrou e saiu muita gente, mas só em 2018 que a banda começou a ficar mais conhecida na cena de Rock Cristã local e ter moral pra atrair gente mais séria, compromissada. Até fizemos uma turnê com a Athos 2 em 2018 e 2019.




Entrou e saiu gente até 2019, quando finalmente consegui fechar um power trio bacana. Aí a pandemia bateu e as coisas começaram a ficar mais difíceis, como todos já sabem. Então, foquei na União Rock Cristão (um tópico pra outro post) e em conhecer outras bandas da cena nacional. Conheci gente maravilhosa e entrei para o coletivo da LAB (também fica pra outro post).













Em 2020, fizemos poucos shows por conta da pandemia. o batera se mudou de Brasília e a banda nunca mais foi a mesma. Em 2021, tocamos no último grande evento, no último show da URC. Alguns meses depois, logo no início da gravação da Identidade em Cristo, o baixista saiu. Mas, a vida segue, e seguimos aprendendo muita coisa sobre produção!




E hoje, estamos aí. Sem formação fechada, regravando Identidade em Cristo como o primeiro álbum como “Anávo” e esperançosos para o futuro da banda. Estamos trabalhando muito para que o nosso primeiro álbum seja de alta qualidade; no mínimo, é a melhor produção que na qual eu já participei!







E chegamos ao fim dessa série de post, mas não da nossa história! Continuarei postando todo domingo sobre as minhas experiências e/ou a banda!
Davi FJ

Em 2006, após 11 anos nos EUA, passei a conhecer a minha família, amigos da minha família e a vida no Brasil. Fui conhecendo (reencontrando) alguns músicos da minha família, um tio e um primo. Mas foi só quando me apresentaram a um amigo da família que tinha uma banda, Guilherme. Entrei na banda dele e conheci a galera comq uem passaria os próximos 3 anos tocando: Theago e Luis. Toquei bateria com eles por cerca de 6 meses, durante o qual aprendi muito sobre música e a ferramenta mais importante da minha vida musical, Guitar Pro.


Sem nunca ter saido dos ensaios, acabei desistindo e fui montar a minha própria banda com o Theago e o Luiz na guitarra base e solo respectivamente. Sem baixista, sem pratos, coemçamos a ensaiar as músicas que havia composto. Entraram e saíram gente e mudamos de nome até chegar no As I Kill e sua última formação com Hikes no baixo e o Valber (que também era da Anascold) na bateria. Tocamos vários shows e aprendi muita coisa ao longo do caminho, mas o que mais me arrependo não ter aprendido antes foi como investir na identidade visual e melhor registrar os momentos.



As letras que escrevia eram altamente deprimente, auto-agressivas e nada saudáveis. Fora beber e fumar, eu precisava dos shows para me motivar a continuar a viver. A minha vontade era de gravar um cd incrível para deixar um legado para trás e me matar. Felizmente, os dois cds que eu havia gravado com um amigo que conheci no Orkut, Lucio, e por conta própria no Horus durante o carnaval de 2009, não me pareceram dignos de serem um legado.



Porém, no dia 11 de julho de 2009, um show em Planaltina foi cancelado e resolvi acabar com a minha vida logo. O meu plano era esperar a minha família dormir, ficar bêbado e me jogar do segundo andar. Ainda bem que a minha irmã, Thais, me convenceu a ir a igreja conhecer os Shamps, os quais oraram por mim e me discipularam durante 3 anos. Aprendi a buscar a Deus, orar pelas pessoas, evangelizar, pregar, tradução simultânea, a ler a bíblia, etc.
Como a maioria dos jovens de 18 anos, radicalizei; e através do meu novo jeito radical, acabei afastando os meus amigos, a banda acabou porque forcei os meus novos ideias na galera de forma pesada e repentina. Após 3 anos e mais de 20 músicas autorais, quis mudar as letras, tocar novas músicas, e botar a galera toda pra igreja. Até tinha conseguido levar a banda e muitos amigos pra minha igreja na época, porém foram muito mau recebidos, e eu não consegui enxergar isso na época e dei razão às pessoas da igreja. Mas, estava com uma nova paixão e, embora tenha desistido da banda, passei a evangelizar os meus amigos e focar na igreja e no meu ministério de evangelização urbana, Encontros do Destino.













Em 2012, cheguei até a gravar um CD acústico, From Within, com letra inglês, mas essa aventura durou poucos meses. As músicas não eram exatamente edificantes e descobri que, no Brasil, ninguém tem interesse em ouvir outro brasileiro cantar música autoral em inglês. Porém, devido a vários fatores, acabei desistindo do ministério.
Por volta de 2013, voltei com a As I Kill com novos membros e sem a intenção evangelística explícita; as novas músicas tinham letras limpas – aquelas letras subliminarmente cristãs. Todavia, embora tenha conhecido gente incrível, não durou muito tempo e acabei desistindo, novamente, por questões técnicas.

Davi FJ

Primeira série na Lincoln Elementary School, conheço ninguém, não sei falar inglês direito, tenho que ir para aula de inglês como segundo idioma até a terceira série, onde conheci o meu primeiro amigo, Frank Vargas (causa de morte desconhecida, 2020). Não tem tia, avó, primo, só mãe, pai e 3 irmãos e igrejas brasileiras como a Bom Pastor e a Projeto Vida Nova. Nenhum homem é uma ilha, e a comunidade escolar e a igreja eram onde eu socializava, de onde eu tirava a minha validação. Não tinha espaço nas igrejas pra tocar ou me expressar; era um lugar apenas para seguir regras e as normas sociais. E a escola era um lugar apenas para ser humilhado pelos professores e pela galera mais popular, tirar notas baixas e ouvir sapo.




Um dia, no final de um rolê com a galera da minha rua, fomos ao show de talentos da escola. E foi lá que eu vi, pela primeira vez, bandas de rock compostas por alunos da escola, alguns dos quais até conhecia. Aí começou a minha jornada de banda pra vida. Já fazia aulas de batera, mas comecei a ouvir muito mais rock, aprender a tocar guitarra nos violões emprestados, baixo, e até ensinar os meus amigos só pra ter com quem montar uma banda.
Em 2004 comecei a jogar futebol americano, o que me ajudou a me enturmar com outros grupos e a criar mais autoconfiança. Também foi o ano em que toquei no show de talentos da minha escola, Harrison High School, com a banda “Untitled” (literalmente ‘sem título’ porque não tínhamos criatividade). Untitled era eu na batera, Abdiel (guitarra da Weatherfront) e Eric (morreu de overdose em 2016), e alguns cantores aleatórios que surgiram para dar uma força. O show foi horrível. Lembro que tocamos Burried a Lie e fiz uma batida pra um rapper fazer o rap dele até o policial de plantão lá ameaçar prendê-lo. Obviamente não tivemos colocação no concurso. Eu nunca havia estado tão estressado, suado e fedido como naquele dia. Os meus melhores amigos não aguentavam nem chegar perto de mim; só mostraram seu apoio de longe. E esse foi o meu primeiro show.




Não desisti. Resolvi continuar ensaiando, arrumei outro guitarrista, e fomos treinando para o Battle of the Bands da cidade vizinha, Kearny em 2005. A tocamos Pitiful, Chapter 4, Lipgloss in Black, Sugar, We’re Going Down e Niki FM quase todo dia depois da escola, porém, acabamos tocando só 3 dessas. Chegando perto do concurso, estávamos sem baixista e vocalista e a gente precisava de alguém da escola para podermos participar. Então combinei com o Paul, da banda do Frank, dele tocar baixo pra mim e em troca de eu tocar bateria na banda dele, Shadows of Lumier (conseguimos segundo lugar) e arrumei um vocalista da escola que era amigo meu recém transferido de onde eu estudava – ele não apareceu e isso fez com que fomos desqualificados. Mas, fora um gaffe, a gente tocou bem e eu me senti redimido. Até descobri que conseguia realmente tocar bateria e cantar na hora.



Eu finalmente tinha o reconhecimento da minha comunidade e estava com uma pequena fama entre os músicos de ser o melhor baterista da cidade. Eu jogava no time de futebol americano, estava ficando popular e bem visto pela galera da minha cidade. E aí me mudei para o Brasil em dezembro de 2005, onde ninguém me conhecia. Para não ficar muito grande o post, vamos deixar a minha história no Brasil para outro dia.
Davi FJ